
Gabriel, criança com síndrome de Down, estará novamente na Marquês de Sapucaí ao lado da mãe, Tatiana Breia, madrinha do Arranco. Presente na semifinal, Tatiana acompanhou a entrega do desenho ao filho e destacou a importância do acolhimento que Gabriel recebe dentro da escola. Para a mãe, mais do que um figurino, o momento representa pertencimento e mostra que o Carnaval pode ser um espaço verdadeiramente aberto para todos.
“Para mim, como mãe, é emocionante ver o Gabriel sendo tão acolhido e respeitado pela escola. Esse carinho faz toda a diferença e mostra que ele não está ali apenas como uma criança que participa do desfile, mas como alguém que realmente faz parte da família Arranco. Ver o cuidado com o figurino, com a participação dele e com cada detalhe é muito especial. É uma representatividade que nos enche de orgulho e mostra a importância da inclusão dentro do Carnaval”, destaca Tatiana.
A presença de Gabriel no Arranco também ganha significado especial por representar inclusão, visibilidade e pertencimento. A escola abre espaço para que o menino participe ativamente da vida da agremiação e dos preparativos para o desfile, fortalecendo a mensagem de que a folia deve ser um ambiente de diversidade e acolhimento.
Em 2027, o Arranco levará para a Avenida o enredo “Olodum – A Força do Tambor que Ecoa das Ladeiras de Salvador”, desenvolvido pelo carnavalesco Driko Rodrigues e pelo enredista Artur Amaro. A escola contará a trajetória do bloco afro Olodum, celebrando sua ancestralidade, sua história e a força da cultura negra, tendo o tambor como símbolo de tradição, resistência e identidade.
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