
A silhueta estruturada valoriza o corpo, enquanto babados orgânicos em dourado, também trabalhados manualmente percorrem mangas, barra e sandálias, criando movimento cenográfico a cada passo. O resultado é um look que vibra entre a sofisticação da alta-costura apresentada por ele em Paris e a energia maximalista da avenida.
A escolha reforça o discurso que a executiva vem construindo para a moda dentro do Carnaval sobre a folia ser, sim, um espaço legítimo de criação autoral e de valorização de técnicas ancestrais. “Conforto é essencial, mas sem abrir mão de impacto. Quando você veste algo com propósito, isso muda completamente a forma como você ocupa o espaço”, afirma.
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