
Segundo Ravena, a decisão de expor o processo teve como objetivo mostrar que o resultado exibido não aconteceu de forma imediata. Ao longo dos três meses de preparação, ela compartilhou etapas da recuperação cirúrgica, da adaptação do corpo e da rotina de cuidados. “Eu quis mostrar o processo inteiro, não só o antes e depois. Foram três meses de acompanhamento, recuperação e disciplina”, afirma.
A preparação incluiu um pós-operatório rigoroso, com uso contínuo de cintas modeladoras e acompanhamento médico, respeitando cada fase antes do retorno aos ensaios. “A cinta virou parte da minha rotina. Não é só estética, é suporte e segurança”, explica.
Além das cirurgias, Ravena afirma que houve ajustes na alimentação e nos treinos, sempre adaptados à fase de recuperação e ao calendário do Carnaval. “Nada foi feito de forma aleatória. Existia um planejamento claro para cada etapa pensando na Sapucaí”, diz.
O investimento financeiro, segundo ela, foi calculado dentro de um projeto específico ligado à estreia no Carnaval carioca. “Foi um investimento alto, mas totalmente alinhado ao objetivo de chegar preparada para esse momento”, afirma.
Conhecida pela “microcintura”, Ravena reforça que não esconde as intervenções que realizou. “Eu nunca neguei o que fiz. Tudo foi planejado e acompanhado”, diz. Às vésperas do desfile, ela afirma que o foco agora é a performance na avenida. “O corpo é importante, mas a entrega no desfile também conta muito”, conclui.
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