
“Esse é o meu segundo Carnaval na avenida e, dessa vez, eu encarei tudo de um jeito diferente. No ano passado eu me cobrava muito, queria que tudo fosse perfeito, mas entendi que o samba é sentimento. Hoje eu faço tudo de uma forma mais leve, para mim, para o meu corpo, para a minha vida e para a minha família. Se não for leve, prefiro nem sair de casa. E a Camisa Verde e Branco está me fazendo viver exatamente isso”, contou.
Já Ferrugem destacou que o Prainha é um espaço que vai além do palco e do show. “O Prainha é isso aqui, é música, é alegria, mas também é família. Tanto que minhas filhas estão por aqui hoje, curtindo junto. Pra mim, não tem coisa melhor do que trabalhar e poder viver esses momentos com quem eu amo por perto”, disse o cantor.
Entre a rotina intensa de shows e a preparação para o Carnaval, o casal mostra que encontrou um jeito próprio de equilibrar trabalho, paixão pela música e a importância de estar junto, celebrando cada fase com mais leveza e conexão.
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