
Para Tuka Carvalho, CEO da FM O Dia, esse resultado é reflexo de um processo contínuo de valorização, escuta atenta do público e atualização de formatos. “O pagode nunca deixou de ser relevante. O que 2025 mostra é a força de um gênero que atravessa gerações, se renova e continua falando diretamente com as pessoas”, afirma.
No rádio, o desempenho do pagode ao longo do ano reforçou sua capacidade de gerar audiência, engajamento e identificação. Mesmo em um cenário cada vez mais multiplataforma, o gênero manteve presença constante nas programações e dialogou de forma estratégica com o streaming e as redes sociais. “O rádio segue sendo um espaço fundamental de descoberta e consolidação. Quando ele caminha junto com o digital, o alcance se amplia e a conexão se fortalece”, destaca Tuka.
O ano 2025 também é marcado por um momento simbólico para o pagode carioca. A Maratona da Alegria celebrou 15 anos como um dos eventos mais tradicionais do calendário musical do Rio de Janeiro. Ao longo de sua trajetória, o projeto já reuniu mais de 500 mil pessoas, consolidando-se como um grande encontro entre artistas, público e memória afetiva.
A edição comemorativa transformou a Apoteose em uma celebração coletiva, com mais de 12 horas de shows e um line-up que reuniu diferentes gerações do pagode. Clássicos e novos sucessos dividiram o mesmo palco, reforçando a vitalidade do gênero e sua capacidade de atravessar o tempo sem perder identidade. “A Maratona da Alegria é a tradução do que o pagode representa. É festa, é pertencimento e é continuidade. Completar 15 anos com essa resposta do público mostra que estamos no caminho certo”, ressalta o executivo.
À frente da FM O Dia, rede líder em música popular e com presença multiplataforma nacional, Tuka Carvalho avalia que 2025 confirma o papel do rádio como agente cultural e estratégico. Mais do que tocar músicas, a emissora atua na construção de experiências, na valorização da cultura popular e no fortalecimento de projetos que dialogam com diferentes públicos. “Cultura e entretenimento caminham juntos quando existe propósito. O rádio continua sendo uma ponte entre artistas, histórias e pessoas”, conclui.
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