
No palco, Rita evoca o samba macumbado, aquele que nasce da força dos tambores e da fé dos povos de matriz africana. O show celebra a malandragem como sabedoria ancestral e o samba como rito, reza e celebração. Com direção musical de Fred Ferreira e da própria artista, o “Samba de Benneditto” passeia por obras de Dorival Caymmi, Jovelina Pérola Negra, Dona Ivone Lara, Jorge Ben Jor e Luedji Luna, além de apresentar composições dela mesma, como “Rainha do Candomblé” e “7Marias”. Um espetáculo potente, de corpo, fé e alegria. Benneditto, seja!
A imagem é de Rogerio Vonkruger.
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