
Aos quatro anos, Patrick já tocava repique na bateria mirim da escola e, ao longo da adolescência, mergulhou ainda mais na música, atuando como percussionista ao lado de artistas consagrados como Paula Lima, Luciana Mello e Oswaldinho da Cuíca. Paralelamente, teve contato com a música gospel em uma orquestra de igreja e participou do coral da EMESP – Escola Tom Jobim, o que ampliou ainda mais suas referências.
Em 2017, o artista integrou o grupo Sambalegria, nascido na Bela Vista, onde permaneceu por cinco anos. Em 2022, decidiu seguir carreira solo, um passo que consolidou sua identidade artística. Hoje, Patrick se define como “um menino diferente, de sorriso bonito e pagode astral”, e vem se destacando na nova geração do samba paulista.
Atualmente, o cantor celebra o sucesso do projeto “Resenha do PH”, realizado no coração do Bixiga, onde promove shows abertos ao público, transformando as ruas da Bela Vista em palco.
Em 2024, Patrick lançou as faixas “Iguai Eu Não Tem” e “Eu Chuto Meu Balde e Busco”, ambas disponíveis nas plataformas digitais. A segunda, segundo ele, é a que mais reflete seu momento atual.
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