
O Clube do Balanço considerada a banda mais influentes do samba-rock lança seu mais novo
single "Pacutiquibê Iaô". A faixa chega às plataformas digitais no mês de setembro com produção apurada, suingue contagiante e uma homenagem direta às raízes afro-brasileiras.
"Pacutiquibê Yaô", originalmente gravada pelo lendário Marku Ribas, é uma releitura que combina
a energia e a paixão do samba-rock com a riqueza cultural da música afro-brasileira. A banda
apresenta uma interpretação contemporânea da música, mantendo a essência da original, mas
com um toque inovador com seu estilo característico de samba-rock e influências afro-brasileiras
trazendo nova vida a essa faixa icônica. E mais uma vez Clube do Balanço demonstra sua
capacidade de reinterpretar clássicos da música brasileira e torná-los novos e emocionais.
Composta por Marku Ribas, o single traz no nome e na melodia uma evocação espiritual:
“Pacutiquibê Iaô” soa como um canto de iniciação, um mantra rítmico que pulsa com a força
dos tambores, dos corpos em transe e dos terreiros de candomblé.
A faixa é uma saudação à herança africana que moldou os batuques do samba, a ginga do soul e
a vibração do funk nacional.
Mais do que uma nova música, “Pacutiquibê Iaô” é um manifesto artístico — e um tributo
direto ao legado imortal de Marku Ribas (in memorian) agora na voz de Tereza Gama.
Marku Ribas é reconhecido por sua mistura de samba, funk, maracatu e candomblé, foi pioneiro
em incorporar os elementos da religiosidade afro e da resistência cultural negra à música popular brasileira. A obra dialoga diretamente com o espírito da Banda ao regravar esta faixa, que aposta
nos arranjos de Maestro tiquinho e Gringo Pirrongelli e nas camadas percussivas de Edu Peixe,
Fred Prince e na sonoridade de Reginaldo 16 e Marcelo Maita que fazem o corpo dançar e o
espírito vibrar.
“Pacutiquibê Iaô” reforça o compromisso do Clube do Balanço em manter viva a chama do
samba-rock, mas também em expandir novas experimentações, reafirmando que a música é
também uma forma de luta, celebração e conexão com o sagrado.
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